Entre fluxos e conexões: Hadna Abreu traduz a Rota 26-30 em aquarelas
Artista visual manauara com trajetória desde 2009, atua em aquarela, escultura e arte urbana. Desenvolveu série sobre sementes amazônicas que inspirou a identidade visual da Concertação. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Memórias de um caroço”, criada para o eixo Cultura do documento Propostas para as Amazônias:...
LINHA DO TEMPO
Conheça os artistas amazônidas que já colaboraram com a Concertação
Hadna Abreu
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setembro 2026
Artista visual manauara com trajetória desde 2009, atua em aquarela, escultura e arte urbana. Desenvolveu série sobre sementes amazônicas que inspirou a identidade visual da Concertação. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Memórias de um caroço”, criada para o eixo Cultura do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
Josias Marinho Casadecaba
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agosto 2026
Artista visual, ilustrador, escritor, pesquisador e professor nascido na comunidade quilombola de Forte Príncipe da Beira, às margens do rio Guaporé (RO), hoje radicado em Boa Vista (RR), onde leciona no CAp/UFRR. Sob o nome artístico Casadecaba, constrói narrativas visuais que valorizam as culturas afro-brasileiras, a memória, a oralidade, as infâncias negras e os territórios amazônicos. Autor de “Francisquinha”, “Bateção” e “Tudo é Mar”, inspira a identidade visual dos canais digitais da Concertação a partir de julho de 2026. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Anacardium”, criada para o eixo Biodiversidade do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
João Ramid
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junho 2026
Fotógrafo paraense com trajetória no fotojornalismo e na fotografia documental, registra a culinária amazônica como expressão de cultura e identidade da região. Sua obra inspira a identidade visual dos canais digitais da Concertação a partir de junho de 2026.
Sarah Campelo
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maio 2026
Inspirada pela vida na periferia de Manaus, a artista constrói imagens que aproximam arte, comunidade e os desafios da infraestrutura urbana nas Amazônias, fazendo da periferia amazônica espaço de criação e de afirmação política. Inspira a identidade visual dos canais digitais da Concertação a partir de maio de 2026.
Paulo Desana
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abril 2026
Cineasta, artista visual e fotógrafo indígena, para quem a fotografia é uma maneira de tornar visíveis dimensões de difícil expressão nas artes visuais: o conhecimento, a memória e a permanência dos povos indígenas. Sua obra inspira a identidade visual dos canais digitais da Concertação a partir de abril de 2026.
Miguel Penha Chiquitano
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março 2026
Pinta grandes telas de luz filtrada e cores intensas, com ausência deliberada de figuras humanas ou animais. Sua obra não representa a paisagem, mas a sensação de estar dentro da floresta, e convida quem observa a deixar-se envolver por ela. Inspira a identidade visual dos canais digitais da Concertação a partir de março de 2026.
Yan Bentes
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dezembro 2025
Ilustrador e designer gráfico de Manaus. Cria capas, pôsteres e ilustrações editoriais com temática amazônica. Entre rios, memórias e encantarias, constrói uma Amazônia plural e afetiva, em que a ancestralidade inspira visões de futuro. Inspira a identidade visual dos canais digitais da Concertação a partir de dezembro de 2025 e é um dos artistas convidados para ilustrar as cartas do Dixit Amazônias.
Helô Rodrigues
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dezembro 2025
Ilustradora, quadrinista e designer paraense, cofundadora do estúdio criativo Tipiti. Seu trabalho dialoga com memória, território, identidade e cotidiano amazônico, e integra redes e coletivos de quadrinistas da Região Norte. Assina a série de ilustrações em linguagem de quadrinhos que traduz as cinco plenárias de 2025 da Concertação, transformando os debates da rede em narrativas visuais.
Daiara Tukano
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novembro 2025
Artista, muralista e educadora do povo Yepá Mahsã (Tukano), do Alto Rio Negro, graduada em Artes Visuais e mestre em Direitos Humanos pela UnB. Pesquisa o Hori, a miração de seu povo, e participou da 34ª Bienal de São Paulo. Ilustrou o caderno de bioeconomia feminina indígena da Concertação.
Winny Tapajós
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novembro 2025
A ilustradora paraense da etnia Tapajó incorpora ancestralidade em seus traços coloridos que estampam diversos produtos como utensílios domésticos, roupas e embalagens. É uma das artistas convidadas para ilustrar as cartas do Dixit Amazônias.
Renata Segtowick
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novembro 2025
Artista visual e designer nascida em Belém (PA), graduada em Publicidade pela UFPA. Explora o feminino, o fantástico e a ancestralidade amazônica em técnicas digitais, muralismo e pintura. Ilustrou os webinários em parceria com a revista Página 22 e foi uma das artistas do Dixit Amazônias. Assina ilustrações digitais que compõem os materiais oficiais da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), realizada em Belém em novembro de 2024, cuja curadoria de artistas foi feita pela Concertação.
Andreia Silva
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outubro 2025
Amazonense que produz obras a partir do bordado livre, juntando interesses em artes visuais e ciências biológicas. Usa o bordado como gesto poético e de pertencimento, compondo cenas de mulheres, natureza e reflexões com linhas e agulhas que bordam sentidos. Ilustrou o livro Sistemas Agroalimentares e Amazônias, lançado pela Concertação em outubro de 2025. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Mani”, criada para o eixo Sistemas Alimentares do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
PV Dias
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setembro 2025
Traz à pintura a pulsação sonora e política das periferias amazônicas, traduzindo visualmente os ritmos do tecnobrega e a energia cultural da Amazônia urbana. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em setembro de 2025.
Rafael Prado
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junho 2025
Produz pinturas a óleo que escutam a floresta e suas histórias silenciadas, revelando modos de vida invisibilizados e territórios ameaçados. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em junho de 2025.
Airton Souza
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junho 2025
Escritor, poeta e professor nascido em Marabá (PA), doutor em Comunicação, Cultura e Amazônia pela UFPA. Autor de dezenas de livros, venceu o Prêmio Sesc de Literatura 2023, na categoria Romance, com “Outono de carne estranha”. Teve poemas recitados na 33ª plenária Amazônias em concerto, em junho de 2025, que celebrou os cinco anos da rede.
Rita Huni Kuin
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abril 2025
Transita por fronteiras diversas, questionando limites e criando obras que inspiram novas formas de ver e sentir a Amazônia. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em abril de 2025.
Sibé Feliciano Lana ou Kenhiporã
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fevereiro 2025
O artista plástico desenvolveu uma obra fundamental para o registro e a preservação da cultura indígena do Alto Rio Negro. A partir de fevereiro de 2025, sua obra passou a inspirar a identidade visual dos canais digitais da Concertação.
Roberta Carvalho
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janeiro 2025
Artista visual, multimídia e diretora artística nascida em Belém (PA), 1980, formada em Artes Visuais pela UFPA e mestre pela Unesp. Trabalha videomapping e projeções explorando a tensão entre floresta e cidade, com o projeto Symbiosis e o Festival Amazônia Mapping. Com a Concertação, fez a identidade visual da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e participou da elaboração da obra audiovisual Amazônias, em 2025.
Éder Oliveira
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dezembro 2024
Usando como matéria prima as páginas policiais dos jornais, o pintor dá identidade aos personagens anônimos que são retratados como criminosos, mesmo que sua culpa não tenha sido estabelecida. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em dezembro de 2024.
Julia Goulart
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novembro 2024
Artista que trabalha com colagem. Assina as colagens que ilustram os materiais oficiais da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), realizada em Belém em novembro de 2024, cuja curadoria de artistas foi feita pela Concertação. (nota interna: Ibram)
Jean Petra
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novembro 2024
Artista visual e escultor digital especialista em modelagem 3D, baseado em Belém (PA), mistura elementos da cultura amazônica, afro-brasileira e futurismo. Contribuiu com ilustrações digitais e modelagem técnica em 3D para os materiais oficiais da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), realizada em Belém em novembro de 2024, cuja curadoria de artistas foi feita pela Concertação. (nota interna: Ibram)
Rai Reis
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outubro 2024
Fotógrafo mato-grossense especializado em paisagens e no sertanejo, personagem central de sua obra. Sua produção convida à escuta dos territórios. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em outubro de 2024.
Carmézia Emiliano
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agosto 2024
Produz pinturas detalhadas que registram a cultura de seu povo Macuxi. Cada traço é um ato de preservação da memória, guiado pelo princípio de “pintar para não esquecer”. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em agosto de 2024.
Adriana Ramalho
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junho 2024
A artista manauara mistura aspectos autobiográficos e temas universais para refletir sobre a interação humana com o meio ambiente. Sua obra inclui pintura, videoarte, fotografia e desenho. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Igapó 4”, criada para o eixo Cidades do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
Dacordobarro
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abril 2024
Artista visual manauara constrói seu processo criativo baseado na recuperação de memórias, articulando fragmentos afetivos para refletir sobre o universo artístico racializado no Brasil. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Presentismos Amazônico, tudo está aqui”, criada para o eixo Educação do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
BONIKTA
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março 2024
Artista paraense representante da nova geração da arte urbana amazônida, cria sobreposições de formas, tempos e espaços para imaginar futuros coletivos. Assina ilustrações digitais que compõem os materiais oficiais da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), realizada em Belém em novembro de 2024, cuja curadoria de artistas foi feita pela Concertação. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Nossa saúde está nas águas”, criada para o eixo Saúde do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
Auá Mendes
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janeiro 2024
Natural de Manaus, artista indígena transvestigênero do povo Mura que atua como ilustradora, muralista, grafiteira, arte-educadora e designer gráfica. Porta técnicas analógicas e digitais para expressar memória ancestral, corpo marginalizado e transfeminilidade. É autora da identidade visual do Festival Baile da Terra, apoiado em 2022 pela Concertação. Assina a obra artística do Caderno da Concertação nº 12, “Energia: as Amazônias na agenda de transição”, e sua arte veste a identidade visual dos canais digitais da rede. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Energia ancestral”, criada para o eixo Energia do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
Gê Viana
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janeiro 2024
Faz parte da geração emergente que mistura colagem analógica e digital com imagem de arquivo, intervenção urbana e dialoga com memória familiar e cotidiano. Foi a primeira mulher do Maranhão a integrar a Bienal de São Paulo (link_externo:xxxxxx) com obras que evocam radiolas de reggae e cultura periférica. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “MO’Ô, criada para o eixo Segurança do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
Silvana Mendes
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janeiro 2024
Trabalha com afetocolagens que revisitam fotografias históricas, apagamentos intuitivos e narrativas especulativas. Sua obra questiona representações dominantes da história brasileira e propõe reparação simbólica. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Teia da Vida”, criada para o eixo Bioeconomia do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
Victor Hugo Reis
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janeiro 2024
Artista visual ligado a Manaus, trabalha com técnica mista digital e fotografia, com temas de periferia, ordenamento territorial e invisibilidade urbana nas Amazônias. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra criada para o eixo Ordenamento Territorial e Regularização Fundiária do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024. A obra é uma releitura da “Balsa da Medusa”, de Théodore Géricault, em que os sobreviventes aparecem como moradores da periferia de Manaus.
Laíza Ferreira
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dezembro 2023
Entrelaça memória, ficções e territórios por meio de colagens, criando novas possibilidades de reexistência e instigando conexões com histórias apagadas da cultura amazônica. Assina colagens que ilustram os materiais oficiais da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), realizada em Belém em novembro de 2024, cuja curadoria de artistas foi feita pela Concertação. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Tecnologias Ancestrais”, criada para o eixo Povos e Comunidades Tradicionais do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
Ueliton Santana
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outubro 2023
O artista acreano utiliza redes de descanso como suporte para pinturas, representando visualmente Amazônias entrelaçadas com a floresta. Sua obra reflete território e identidade regional. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em outubro de 2023.
Ronaldo Guedes
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maio 2023
Conceituado artista visual e ceramista marajoara, integra o coletivo de ceramistas e escultores Ateliê Arte Mangue Marajó. Sua obra reafirma a cultura ancestral da região. Os pigmentos que garantem cor às peças vêm de rochas minerais como o argilito e o caulim. Suas peças de cerâmica marajoara, fotografadas por Pierre Azevedo, inspiraram a identidade visual das redes da Concertação em maio de 2023.
Genilson Guajajara
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fevereiro 2023
Fotógrafo natural da aldeia Piçarra Preta, Terra Indígena Rio Pindaré (MA), registra histórias do povo Guajajara. A partir de fevereiro de 2023, suas fotografias ilustraram os diferentes canais virtuais da Concertação.
Corpo de Dança do Amazonas
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novembro 2022
Companhia criada em 1998 pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura, para compor os corpos artísticos do Teatro Amazonas. Seu espetáculo 'Rios Voadores', coreografado por Rosa Antuña e com trilha de Makely Ka, ilustrou a plenária de novembro de 2022.
Djuena Tikuna
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setembro 2022
Cantora, compositora e jornalista do povo Tikuna (Magüta), nascida em Tabatinga (AM). Canta em sua língua materna sobre identidade, rituais sagrados e floresta. Em 2017 tornou-se a primeira mulher indígena a protagonizar um espetáculo no Teatro Amazonas, com o álbum “Tchautchiüãne”. Integrou o espetáculo Ventanias, apresentado no festival Baile na Terra em setembro de 2022, no Tendal da Lapa, em São Paulo, em celebração ao Dia da Amazônia.
Suraras do Tapajós
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setembro 2022
Primeiro grupo de carimbó do Brasil formado apenas por mulheres indígenas, criado em 2018 em Alter do Chão (PA), com integrantes das etnias Borari, Arapium e Tapajó. Cantam em português e nheengatu sobre ancestralidade, direitos das mulheres e meio ambiente. Integraram o espetáculo Ventanias, apresentado no festival Baile na Terra em setembro de 2022, no Tendal da Lapa, em São Paulo, em celebração ao Dia da Amazônia. Foram consultadas para as publicações Cultura nas Amazônias: Perspectivas, Identidades e Políticas para o Território, de julho de 2025, e Bioeconomia Indígena Feminina da Amazônia: Vozes das Gerações, de novembro de 2025.
Rogério Assis
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agosto 2022
Fotógrafo paraense documentou etnias indígenas para museus e participou de expedições históricas. Com carreira internacional, desenvolve projetos socioambientais e colabora com grandes ONGs. Em agosto de 2022, seu trabalho serviu de base para a identidade visual dos canais virtuais da Concertação.
Carla Ruaro
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julho 2022
Pianista, pesquisadora e produtora brasileira baseada em Londres, idealizadora do espetáculo “Raízes: Um Piano na Amazônia”, que levou um piano de barco a comunidades ribeirinhas para tocar compositores amazônicos. Participou da plenária da Concertação sobre conectividade nas Amazônias, em julho de 2022.
Alonso Jr
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maio 2022
Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
MIA
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maio 2022
Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
Gisele Alfaia
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maio 2022
Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
Otoni Mesquita
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maio 2022
Artista visual amazonense nascido em Autazes (AM), em 1953, e criado em Manaus. Transita entre desenho, pintura, fotografia, gravura e performance, e foi docente da Universidade Federal do Amazonas por mais de três décadas. É também pesquisador da arquitetura de Manaus na Belle Époque. Sua obra recente compõe um universo de arquétipos voltado ao imaginário amazônico. Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
Curumiz
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maio 2022
Dupla de artistas que integra a cena de artes visuais de Manaus. Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
Buy Chaves
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maio 2022
Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
Francimar Barbosa
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maio 2022
Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
Turenko Beça
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maio 2022
Artista visual, gravador, escultor e desenhista nascido em Manaus, filho do poeta Aníbal Beça. Desde 1992 desenvolve pesquisa sobre sociedades indígenas e trabalha com xilogravura, linóleo, carimbos de borracha e esculturas de metal. Sua obra gira em torno das tensões entre a Amazônia ancestral e a urbana, entre floresta e cidade, tratando de deslocamento, território e pertencimento. Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
Thaís Kokama
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maio 2022
Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
Skarlati Kemblin
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maio 2022
Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.
João Farkas
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abril 2022
Fotógrafo paulistano formado em Filosofia pela USP, com estudos no ICP e na School of Visual Arts, em Nova York. Entre 1984 e 1993 viajou repetidas vezes às Amazônias registrando garimpeiros, ribeirinhos e floresta, trabalho reunido no livro “Amazônia Ocupada” (2015). Fez parte da exposição coletiva realizada pela Concertação na SP Arte - Rotas Brasileiras 2022 que reuniu diferentes visões e registros visuais sobre a região amazônica para debater o desenvolvimento sustentável e a conservação.
Karoline
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abril 2022
Arquiteta e urbanista que atua na intersecção entre artes e ciências, desenvolve projetos ligados aos territórios amazônicos. Utiliza o desenho para consolidar ideias e experiências locais. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em abril de 2022.
Lalo de Almeida
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abril 2022
Fotojornalista radicado em São Paulo, há três décadas na Folha de S.Paulo. Seu projeto de longo prazo “Distopia Amazônica” documenta a destruição da floresta e os impactos sobre os povos indígenas, e venceu o World Press Photo 2022 na categoria Projetos de Longo Prazo. Fez parte da exposição coletiva realizada pela Concertação na SP Arte - Rotas Brasileiras 2022 que reuniu diferentes visões e registros visuais sobre a região amazônica para debater o desenvolvimento sustentável e a conservação.
Edu Simões
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abril 2022
Fotógrafo paulistano atuante no fotojornalismo desde os anos 1970, integrou a Agência F4. Ao longo de cinco expedições fotografou as Amazônias em preto e branco, trabalho reunido no livro “Amazônia” (2012). Fez parte da exposição coletiva realizada pela Concertação na SP Arte - Rotas Brasileiras 2022 que reuniu diferentes visões e registros visuais sobre a região amazônica para debater o desenvolvimento sustentável e a conservação.
ANTÔNIO II
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abril 2022
Começou a pintar aos quatro anos e tornou-se destaque aos 12. Inspira-se na natureza, em movimentos artísticos e musicais brasileiros, criando com giz de cera, tinta acrílica, óleo e lápis de cor. Suas influências advêm da “natureza, a relação do homem com a Amazônia, questões sociais, a Semana de Arte Moderna de 22, movimentos musicais, como o tropicalismo”. Fez parte da exposição coletiva Ciclos do Amanhã realizada pela Concertação em 2022.
Raiz Campos
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fevereiro 2022
Nascido na Bahia e criado na Reserva Waimiri Atroari, encontrou inspiração no grafite ainda criança. Formado em artes visuais, tem na Amazônia sua principal fonte criativa, representando o território em obras que circulam por várias cidades. Fez parte da exposição coletiva Ciclos do Amanhã realizada pela Concertação em 2022.
Denilson Baniwa
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dezembro 2021
Natural do Rio Negro, interior do Amazonas, sua obra reflete a vivência enquanto Ser indígena do tempo presente, mesclando referências tradicionais e contemporâneas indígenas e se apropriando de ícones ocidentais em diversos suportes e linguagens, como canvas, instalações, meios digitais e performances. Em dezembro de 2021, a identidade visual da Concertação baseou-se em sua série Ficções Coloniais (ou finjam que não estou aqui).
Eliakin Rufino
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dezembro 2021
Poeta, cantor, escritor, professor de filosofia, produtor cultural e jornalista. É um dos integrantes do movimento Roraimeira – expressão cultural amazônica considerada por cientistas sociais como um dos expoentes máximos na construção da identidade roraimense. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em dezembro de 2021.
Chermie Ferreira
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outubro 2021
Artista visual nascida em Manaus, de ascendência Kokama (nome indígena Wɨra Tini), que começou no grafite ainda adolescente. Trabalha o grafite contemporâneo e a biodiversidade digital, retratando a atemporalidade da natureza, a ancestralidade indígena e a vida ribeirinha amazônica. Integrou o grupo de cinco artistas que assinou a identidade visual da Concertação em outubro e novembro de 2021 e fez parte da exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada pela Concertação em 2022.
Kambô
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outubro 2021
Artista visual amazônico que combina cultura tradicional e tecnologia, usando a imersão para retratar as diferentes regiões da Amazônia. Integrou o grupo de cinco artistas que assinou a identidade visual da Concertação nos meses de outubro e novembro de 2021.
Paula Sampaio
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julho 2021
Fotógrafa que se mudou jovem para a Amazônia e escolheu Belém como lar. Documenta trabalhadores migrantes nas rodovias amazônicas, registrando histórias e sonhos coletivos de trabalhadores que vivem às margens dos grandes projetos de exploração e em estradas na Amazônia. Inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em julho de 2021 e integrou o grupo de cinco artistas que assinou a identidade da rede em outubro e novembro do mesmo ano.
Brus Rubio
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junho 2021
Descendente dos povos originais Huitoto e Bora da Amazônia peruana, cria obras alegres e cósmicas que expressam ancestralidade e a relação entre humanos e natureza. Teve obras exibidas durante a 5ª plenária da Concertação e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede em junho de 2021.
Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha
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junho 2021
Diretores e produtores do filme “A Queda do Céu”, uma obra inspirada livremente no livro homônimo do xamã Davi Kopenawa Yanomami e e do antropólogo francês Bruce Albert. A obra funciona como diagnóstico e convite à escuta. O filme inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em junho de 2021.
Marcela Bonfim
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maio 2021
Fotógrafa e artista visual radicada em Rondônia, desenvolve projetos sobre memória e identidade negra na Amazônia, utilizando a antropologia visual para ampliar narrativas silenciadas. Integra o núcleo de governança da Concertação. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede em maio de 2021.
Rakel Caminha
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abril 2021
A artista manauara cria obras sobre questões sociais, ecológicas e pertinentes ao universo feminino, que mesclam técnicas de pintura, colagem e softwares gráficos. Ilustra a identidade do Atlas Cultural das Amazônias e fez parte da exposição coletiva Ciclos do Amanhã realizada pela Concertação em 2022. Assina as fotomontagens digitais que ilustram os materiais oficiais da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), realizada em Belém em novembro de 2024, cuja curadoria de artistas foi feita pela Concertação. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “Xapiri Ancestral: plantação e colheita de novos mundos”, criada para o eixo Ciência, Tecnologia e Inovação do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.
Gustavo Caboco
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março 2021
Artista Wapichana nascido em Curitiba, reflete em sua obra sobre deslocamentos indígenas e reconexões com territórios ancestrais, inspirando-se nas histórias de sua família. Participou de debate da Concertação e sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede em março de 2021.
Julie Dorrico
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fevereiro 2021
Doutora em Letras e autora do livro “Eu sou macuxi e outras histórias” (Editora Caos e Letras). Administra a página @leiamulheresindigenas. Atua na pesquisa e curadoria de literatura indígena, difundindo obras e autorias originárias em espaços acadêmicos e digitais. Sua obra inspirou a identidade visual dos canais digitais da Concertação em fevereiro de 2021.
Rui Machado
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novembro 2020
Pintor, compositor e poeta amazonense, retrata a floresta com paixão. Usa a arte como forma de cuidado e celebração da Amazônia, unindo tradição familiar e experimentação estética. Foi o primeiro artista a vestir a identidade visual dos canais da Concertação e fez parte da exposição coletiva Ciclos do Amanhã realizada pela Concertação em 2022.