Gê Viana

Faz parte da geração emergente que mistura colagem analógica e digital com imagem de arquivo, intervenção urbana e dialoga com memória familiar e cotidiano. Foi a primeira mulher do Maranhão a integrar a Bienal de São Paulo com obras que evocam radiolas de reggae e cultura periférica. Participou da exposição Poéticas do Possível com a obra “MO’Ô, criada para o eixo Segurança do documento Propostas para as Amazônias: uma agenda integradora, de 2024.

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