Artista visual, gravador, escultor e desenhista nascido em Manaus, filho do poeta Aníbal Beça. Desde 1992 desenvolve pesquisa sobre sociedades indígenas e trabalha com xilogravura, linóleo, carimbos de borracha e esculturas de metal. Sua obra gira em torno das tensões entre a Amazônia ancestral e a urbana, entre floresta e cidade, tratando de deslocamento, território e pertencimento. Integrou a exposição coletiva Ciclos para o Amanhã, realizada em maio de 2022 na Manart Galeria, em Manaus, e virtualmente no site da Concertação, com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu. A mostra reuniu 16 artistas da região em torno da pergunta “E como será nosso amanhã na Amazônia?” e inspirou a identidade visual dos canais digitais da rede no período.