
Em momentos de instabilidade geopolítica e macroeconômica como o atual, o ouro reassume seu papel histórico como ativo de proteção. Valendo-se de brechas regulatórias e da ausência de um sistema robusto de rastreabilidade, o garimpo avança pela Amazônia, impulsionado por esquemas de lavagem que conferem aparência legal ao ouro roubado de Terras Indígenas e Unidades de Conservação, onde a atividade é proibida por Lei. O relatório expõe a falha na regulamentação, revela sua origem e destrincha os mecanismos utilizados para viabilizar a fraude.