A cadeia produtiva do cacau no Acre, especialmente em terras indígenas como a Aldeia Extrema na Terra Indígena Mamoadate, está se destacando por sua autonomia e compromisso com a preservação ambiental. Essa iniciativa beneficia 1.333 pessoas das etnias Manchineri, Yaminawá e Mashco, gerando renda e fortalecendo a bioeconomia.