A energia aparece aqui a partir de dois universos. Um enquanto uma propriedade, uma propriedade industrial que precisa e que tem um poder político e privado, e outro a energia da ancestralidade.

Essa última como sendo a que protege, que é a que fortalece, que é a que mantém esses povos e essas comunidades seguros do que tem convicções. O direito sobre o território, sobre a terra, o direito da perspectiva de vida.

Esses dois pontos aparecem através do rio um tanto quanto movimentado em meio à natureza e essa mãe árvore segurando essas duas casas.