A Exposição “Ciclos Para o Amanhã” exibe
a visão de 16 artistas da Amazônia que se dedicam e lutam pelo chão que habitam. Cada obra expressa um momento e uma perspectiva de Amazônia vivida e sentida, revelando a diversidade desta mãe-floresta que horas é delicada e frágil, mas em outros momentos, furiosa e cheia de fartura.

O formato da apresentação das obras é em “Lambe-lambe”, uma técnica de colagem de papel em paredes e muros, muito utilizada pela publicidade e artistas em espaços urbanos. Como expressão de arte, o “lambe” é uma ação que tem um período curto por estar exposto ao sol e a chuva. Passado alguns dias e meses, as colagens abrem espaço para outras possibilidades, dialogando com as palavras-chaves desta coletiva de artistas.

Exposição
“Ciclos Para o Amanhã”
Em maio e junho, nossa identidade visual tem como inspiração a exposição “Ciclos Para o Amanhã”, criada em formato híbrido para ficar em cartaz simultaneamente na Manart Galeria (Manaus) e no site da Concertação. Com curadoria de Hadna Abreu e Anna Lôyde Abreu, a mostra exibe a visão de 16 artistas da Amazônia que se dedicam e lutam pelo chão que habitam: Skarlati Kemblin, Rakel Caminha, Thaís Kokama, Otoni Mesquita, Gisele Alfaia, MIA, Buy Chaves, Rui Machado, Chermie Ferreira, Francimar Barbosa, Raiz, Alonso Jr., a dupla Curumiz, Turenko Beça e Antônio II. Cada obra expressa um momento e uma perspectiva de Amazônia vivida e sentida, revelando a diversidade desta mãe-floresta que ora é delicada e frágil, mas em outros momentos, furiosa e cheia de fartura. Confira!